Valdério Costa

Artista plástico, poeta, ilustrador e professor de história da arte, o xilogravurista, que vive em Brasília desde o início dos anos 1980, encontrou na vertente artística a sua forma mais autêntica de expressão. Filho de maestro, ele descobriu na literatura de cordel e nos arquétipos do sertão o bálsamo para o seu trabalho.

Como escritor, durante a pesquisa para o seu livro, Cangaço de A a Z, lançado em 2010, Valdério teve a oportunidade de encontrar Ariano Suassuna pela primeira vez.

Em 2014, durante a bienal do livro, ao receber de Valdério um retrato seu (intermediado por Vladimir Carvalho), feito em xilogravura, Ariano se surpreendeu. “Disse a ele que tentei deixá-lo mais bonito, mas a madeira não deixava. Ele me disse que a culpa era do modelo”, conta sorridente.

Há dois anos, o artista utiliza folhas das árvores de Brasília como tema e técnica para fazer gravuras. As monotipias (gravuras únicas) usam as folhas com matriz. Valdério explica que as obras expostas no restaurante, que também abriga 12 obras fixas do potiguar, são uma mistura intencional da cultura erudita presente na arquitetura de Niemeyer com o popular, típico da xilogravura.


 

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